sexta-feira, 24 de maio de 2019

The slip dress


   
                                                                          


Desde que comecei o blog, já devo ter referido milhares de vezes que adoro vestidos.
Isto é basicamente porque não consigo deixar de prestar a devida homenagem á felicidade que é estar pronta em pouco mais de 5 minutos mas em bom, ou seja, sem questionar duas vezes se estou bem ou mal. É a chamada aposta ganha, tal como é uma combinação de p.ex. jeans e uma camisa/t-shirt branca: não há como errar.

Mas, á parte desta funcionalidade espetacular que é praticamente comum a todos os vestidos, tenho de confessar que a minha grande queda é por slip dresses porque além de serem usáveis todo ano (com mais ou menos sobreposições) fazem-me usar a imaginação vezes sem conta porque o céu é o limite para as conjugações possíveis com uma peça destas.
Eu hoje trago um vestido que me é muito especial porque foi desenhado e criado por mim e, como tal, é o meu favorito do momento (adoro-o especialmente pela cor, fluidez e pela simplicidade). Podem encontrá-lo aqui.

Vou mostrar como o visto de duas formas bem distintas para perceberem melhor o que quero dizer com versatilidade.
Espero que gostem.

Isabel

 
#English

                
 

Since I started the blog, I must have said thousands of times about how I love dresses.
This is basically because I can´t help pay due homage to the happiness that is to be ready in just over 5 minutes without doubting twice if I look good or not. It's the so-called winning bet, as it is the combo of jeans and the white shirt / t-shirt: you just can´t go wrong.

But aside from this spectacular functionality that is practically common to all dresses, I have to confess that my big crush is a good slip dress because besides being wearable all year around (with more or less layers), it makes me use my imagination because the sky is the limit for the inspiration and creativity possible with a piece like this.
Today I bring a dress that is very special to me because it was designed and created by me and, as such, is my favorite (most of all because of its color and simplicity). You can find it here.

I will show you how I wear it in two very distinct ways so you can understand better what I mean by versatility.
Hope you like it!

Isabel


Look 1 - Na cidade / In the city



 
Em sobreposição com uns jeans, com uns sapatos sling back de salto médio e uma carteira a tiracolo conseguimos um look super simples mas muito cool e sem comprometer o conforto.
 
 
Look  2  - Na praia / At the beach


 







Para a praia, apenas com uma t-shirt e uns ténis brancos para tirar partido do sol e do ambiente descontraído. 
O cinto é amovível e pode ser usado também como fita de cabelo.


 

quarta-feira, 13 de março de 2019

Cosméticos ao natural : o caminho a seguir


 
 
Quando decidem comprar um produto de beleza, alguma vez se deram ao trabalho de ler o rótulo do mesmo? Pois, eu também não, mas acreditem que temos mesmo de mudar esse hábito de confiar no bom aspecto da embalagem e nas campanhas publicitarias para decidir o que é melhor para a nossa pele / saúde.
Felizmente que aos poucos as marcas mais “comerciais” vão atuando de uma forma mais consciente e vão – lentamente - substituindo o uso de toxinas por ingredientes mais naturais mas, em bom rigor, ainda estamos muito longe da realidade desejável.
Eu tive oportunidade de experimentar uma marca eslovena totalmente orgânica, a BYE HERBS, que produz, de uma forma limitada e sustentável, produtos de cosmética que são compostos maioritariamente por ervas e pude constatar que, de facto, existe diferença entre aquilo que é feito “em massa” e o que é produzido em pequenas quantidades (nunca excedem as 30 unidades de produção, por produto) e de uma forma tradicional (feitos á mão).
Dos três produtos que experimentei posso dizer, sem qualquer hesitação, que aquele que mais me surpreendeu e agradou foi o ECO DEO.




Este é um desodorizante totalmente natural, ou seja, todos os seus ingredientes são 100% de origem ecológica e apesar de ter um aspecto diferente dos desodorizantes a que estava habituada (é sólido) é mesmo muito eficaz, tem um aroma muito agradável a limão e não deixa manchas/vestígios na roupa. Isto acontece porque, na sua composição, não são usados componentes como sais de alumínio (vejam no vosso desodorizante habitual se não consta este ingrediente altamente nocivo para a saúde...), álcool ou outros preservativos.
Os outros dois produtos foram o óleo de corpo, com o nome delicioso de Summer Night Body, e uma amostra do creme de rosto Chamilla’s tender, especialmente destinado às peles sensíveis, e que cheira literalmente a margaridas.



Relativamente a estes dois produtos tenho a destacar a hidratação. No creme de rosto, usei o tamanho de amostra (que é vendido a um preço muito acessível, para que possamos experimentar antes de decidir pelo tamanho normal) e durou cerca de 4 dias (a usar duas vezes por dia) e gostei bastante do conforto que deu á minha pele (que é muito sensível e reativa).
Relativamente ao óleo de corpo a pele fica muito macia, muito hidratada e luminosa mas, na minha opinião, tem um senão: o cheiro é bastante intenso e, apesar de não ser desagradável, é muito marcante o que não deixa margem para usarem também perfume. Depois de ter lido melhor os ingredientes e a descrição do mesmo é que percebi que, para além de ser altamente hidratante (quanto a isto, nada a dizer), pela mistura de óleos essenciais que fazem parte da sua composição ele funciona também como um repelente de insectos (tão necessário nas noites quentes de verão J ).

Esta foi a minha primeira abordagem á cosmética natural e este é, sem dúvida, o caminho a seguir. Mas, como em tudo na vida, será de dar um passo de cada vez e obviamente que agora não vou tornar-me uma eco fundamentalista e atirar com tudo o que usei até agora para o caixote do lixo ( mas vou inspecionar os rótulos…).
Sinto que ainda tenho muito para aprender em relação a este tema e, por isso, cada experiência é de aprendizagem pelo que será aos poucos que vou selecionando os produtos que melhor me servem.
O que prometo é vir cá dar-vos a conhecer os que mais me agradam, sempre com a garantia de que vos dou uma opinião honesta e não a opinião “de um post publicitário”.
Se quiserem partilhar alguma marca que usem, ou já tenham usado, podem falar sobre a vossa experiencia na secção dos comentários para a darem a conhecer melhor.
Isabel

 #English

Natural cosmetics : the way to go
 


 When you decide to buy a beauty product, have you ever bothered to read the label? Well, neither do I, but believe me, we really have to change this habit of relying on the good looks of packaging and advertising campaigns to decide what is best for our skin / health.
Fortunately, the "commercial" brands are gradually act in a more conscious way and are slowly replacing the use of toxins with more natural ingredients but we are still far from the desirable reality.
I had the opportunity to try out a fully organic Slovenian brand, BYE HERBS, which produces, in a limited and sustainable way, cosmetic products that are mostly herbal and finally I can see that there is indeed a difference between what is massively made and what is produced in small quantities (never exceed 30 production units per product) and in a traditional way (handmade).
Of the three products I have tried, I can say without hesitation that the one that surprised me the most was ECO DEO.





This is a totally natural deodorant, that is, all its ingredients are 100% ecological in origin and although it looks totally different from the deodorants I was used to (it is solid) it is very effective, it has a very nice lemon flavor and does not leave stains / traces on clothing. This is because components such as aluminum salts are not used in its composition (as seen in “usual” deodorants and that is highly harmful to our health), alcohol or other preservatives.
The other two products were the body oil, with the delightful name of Summer Night Body, and a sample of Chamilla's Tender face cream, especially intended for sensitive skin, and which smells like daisies literally.

About these two products I have to emphasize hydration. In the face cream, I used the sample size (which is sold at a very affordable price, so we can try it before deciding for normal size) and lasted about 4 days (using twice a day) and I quite enjoyed the comfort which gave to my skin (which is very sensitive and reactive).
Regarding body oil the skin becomes very soft, very moisturized and luminous but, in my opinion, has a snag: the smell is quite intense and, although not unpleasant, it is very striking that leaves no room to use perfume too. After having read the ingredients and the description better, I realized that besides being highly moisturizing (for that matter, nothing to say), the mixture of essential oils that are part of its composition also works as a repellent (much needed on hot summer nights
J).
This was my first approach to natural cosmetics and this is, without doubt, the way forward. But as in everything in life, it will take one step at a time and obviously that now I will not become a fundamentalist echo and shoot everything I have used so far into the dustbin.
I feel that I still have a lot to learn in relation to this subject and therefore, each experience is learning by what will gradually be selecting the products that best serves me.
What I promise is to come here to let you know the ones I like the most, always with the guarantee that I give you an honest opinion, not the opinion "of a publicity post".
If you want to share any eco brand you use or have already used, you can share in the comments.

Love,

Isabel

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Quatro smothies por dia, nem sabe o bem que lhe fazia…




Se me desafiassem há 6 meses atrás para passar 5 dias só a beber smothies, sem beber café, para desintoxicar o organismo, provavelmente assobiava para o lado ou diria qualquer coisa como: “ talvez mais para o fim do ano” – de 2035, pensaria eu com os meus botões.
Mas, há um dia em que deixamos de arranjar desculpas e decidimos experimentar algo que sempre quisemos fazer mas que, por comodismo ou preguiça, fomos adiando. A “culpa” disto tudo foi da Powerfoods que me explicou muito bem ao que ia, sem indecisões ou meias palavras: foi tudo muito claro, assertivo e fácil de perceber o que me fez acreditar que agora era a hora certa.
Quando recebi a primeira encomenda, para os dois primeiros dias, percebi logo que estava nas mãos de profissionais pelo empenho que colocam na preparação do produto final: é como se tivessem acabado de fazer os smothies, mesmo ali na porta ao lado, tal era a frescura que senti no primeiro gole que dei. E o profissionalismo não se esgota no momento em que são feitas as entregas porque fazem acompanhamento diário para saberem como te tens sentido, para dar uma palavra de incentivo ou para tirar dúvidas (porque elas podem surgir…).
Mas o que importa mesmo falar é do processo em si: é fácil? Faz-se bem? Passa-se fome?
As respostas são, respetivamente: mais ou menos, sim e não.
Cada caso é um caso mas eu acredito que a motivação com que se abraça um desafio, seja ele qual for, é determinante. Eu fui ver para crer e fui com duas ideias de fundo: se me sentir mal fisicamente paro imediatamente mas, se for conseguindo, vou fazendo um dia de cada vez para ver o que é que isto dá.
Eu senti-me sempre fisicamente bem, á parte de umas ligeiras dores de cabeça no segundo dia (que atribuo á ressaca pela falta de café…). Mas a partir do dia 3 foi quando senti que o meu corpo estabilizou e que aquela rotina dos batidos passou a ser uma rotina alimentar, como outra qualquer. Fome? Nenhuma! Isto é 100% verdade, podem acreditar. Os batidos são todos, em geral, saborosos e são muito saciantes quer pelos ingredientes quer pela própria textura: não estamos a falar de sumos, mas antes de batidos que são mais consistentes porque além de fruta e vegetais têm sementes integrais que lhes conferem textura.
Para mim, a única coisa com que não foi fácil lidar foi com a falta do café mas, se calhar, para outras pessoas não é fácil lidar com a falta de pão, de iogurtes ou de leite. O que quero dizer é que isto não é nenhum caminho penoso mas cada um sente-o á sua maneira pelo que não será totalmente correto da minha parte generalizar e dizer que toda a gente vai sentir falta disto ou daquilo ou reagir da mesma forma.
Em termos de peso perdi 2.1 kgs em 5 dias. Vai haver quem diga que é pouco mas eu garanto-vos que, no meu caso concreto, a sensação de leveza é de menos 10 kgs.
Eu perdi os 2,1 kgs na zona que mais queria perder (a zona abdominal: em 5 dias perdi 3,5 cms na cintura) e ganhei uma confiança brutal em querer continuar.

Esse, no fundo, é o grande ganho em fazer este reset: o teu cérebro é formatado para comer menos mas melhor e para ponderar se tens mesmo fome antes de comeres sem critério. Ou seja, quando acabas o reset não terminaste nada, estás é pronta para começar um caminho novo.
Termino só com duas notas:
1-      Vou voltar a faze-lo, sem dúvida alguma, e até já escolhi a altura em que o vou repetir (antes da época do bikini parece-me bem);

2-      Somos definitivamente aquilo que comemos e isso reflete-se em coisas tão básicas como no ar saudável e luminoso da minha pele.
Agora, é só continuar o caminho.
Se tiverem dúvidas podem, como sempre, deixar as vossas questões nos comentários. 

Isabel


#English

 

Four smothies a day keeps the doctor away… 

If I was challenged 3 months ago to spend 5 days just drinking smothies, without drinking coffee, to detoxify the body, I would probably whistle to the side or say something like "maybe by the end of the year" - 2035, I would think to myself…
But there is a day when we stop making excuses and decide to try something we want for so long but always manage to avoid. The guilty of all this is Powerfoods who explained me very well what was going to happen, without indecisions or half words: it was all very clear, assertive and easy to perceive.
When I received the first order, for the first two days, I realized that I was in the hands of professionals because of the commitment they put in the preparation of the final product: it is as if they had just made the smothies, in the next door, such was the freshness I felt in the first gulp I gave. And the professionalism is not exhausted when the deliveries are made because you have daily follow-up to know how you have felt, to give a word of encouragement or to answer any questions you may have…
But what really matters is the process itself: is it easy? Is it safe? Will I go hungry?
The answers are: more or less, yes and no.
Each case is a case but I believe that the motivation with which a challenge is embraced, whatever it may be, is decisive. I went to see it to believe and I went with two basic ideas: if I feel bad physically I stop immediately but if I can do it , I'll do it one day at a time to see what this gives me.
I always felt physically well, apart from a slight headache on the second day (which I attribute to hangovers because of lack of coffee ...). But from day 3 it was when I felt that my body stabilized and that smothies’ routine happened to be a food routine, like any other. Hunger? None! This is 100% true, believe me. The smothies are generally tasty and very satiating both for the ingredients and the texture itself: we are not talking about juices, but rather smoothies that are more consistent because in addition to fruit and vegetables they have whole seeds that give them texture.
For me, the only thing that was not easy to deal with was the lack of coffee, but for other people maybe it’s not easy to deal with a lack of bread, or yogurt or milk. What I mean is that this is not a painful path but each one feels it in their own way so it will not be entirely correct on my part to generalize.
In terms of weight I lost 2.1 kg in 5 days. There will be some who say it is little but I assure you that, in my case, the feeling of lightness is less 10 kgs.
I lost the 2.1 kg in the body area that I wanted to lose most (in the abs: in 5 days I lost 3.5 cms at the waist line) and I gained a brutal trust in wanting to continue.
That bottom line is the big gain in doing this reset: your brain is formatted to eat less, to eat better and to consider if you are really hungry before eating without criterion. That is, when you finish the reset you’re not in the end of something, you are just ready to start a new path.
I will end with only two notes:
1- I will do it again, without any doubt, and I have already chosen the time when I will repeat it (before the bikini season looks good to me);
2- We are definitely what we eat and it is reflected in things as basic as in my healthier and brighter skin.
Now, I just need to keep on walking.
If you have questions, you can, as always, leave your questions in the comments.

Isabel

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Power foods: 5 dias a beber smothies para limpar o organismo




Desde há algum tempo que quero fazer um detox alimentar para começar do zero um novo mundo de hábitos alimentares. Claro que isto é bem mais fácil dizer do que fazer, não só pela preguiça de mudar (a verdadeira razão) como por questões de logística familiar (a desculpa que eu arranjei para ir adiando esta decisão…).

No entanto, depois de todos os excessos de fim de ano, decidi mesmo que desta vez ia pesquisar a sério uma solução que fosse viável em termos financeiros, que me parecesse verdadeiramente saudável e que me abrisse as portas para uma revolução em termos de alimentação. No fundo, o que eu quero mesmo é acabar com as dietas restritivas só com o intuito de emagrecer, ou pelo menos não engordar, e passar a ter hábitos alimentares saudáveis como regra, e não como execpção como tenho feito até agora.
Como devem saber, existem algumas opções de detoxs líquidos no mercado mas existem também algumas limitações de entrega em termos de localização geográfica: há muita oferta para a zona da grande Lisboa mas pouca, ou com custos relativamente elevados, para o resto do país.

Com tudo isto em mente, e depois de “estudar” algumas opções no mercado, acabei por escolher a que me pareceu a mais credível: a POWER FOODS.
“Mas então o que torna a POWERS FOODS única”, perguntam vocês?

A resposta está aqui.
Mas, em geral, o que me fez optar por esta opção e não outra foi a promessa de ser um detox á base de smothies (e não sumos!), nutricionalmente completo, com frutas, vegetais e sementes 100% frescos e integrais e que é entregue em qualquer ponto do país.

E, não vou mentir, ver a promessa de perder 3 kgs em 5 dias, de forma saudável e sem passar fome foi como ver um copo de água gelada, num dia de calor tórrido, e depois de fazer uma caminhada de duas horas…
Mas, em relação a este ponto específico, estou consciente que cada caso é um caso e que nem todos os organismos reagem da mesma forma a um tratamento desta natureza; por isso, apesar de confiante, estou ainda um pouco céptica… por isso, vou considerar este aspecto da perda de peso um ” bónus” se se concretizar, sendo que a verdadeira recompensa será limpar o organismo de toxinas e de o preparar para um estilo de vida mais saudável que há muito quero adoptar.

Resta-me só acrescentar que no fim do detox vou fazer um resumo completo desta experiencia, aqui no blog, mas, durante o processo, vou publicar todos os dias uma storie no Instagram a mostrar os smothies do dia (eles variam conforme a etapa do processo), a explicar como me fazem sentir e a responder às perguntas que possam ter.
Até lá!

Isabel

#English


Power foods : intense reset in 5 days!

I’ve been wanting to make a food detox, to start from scratch a new world of eating habits, for some time. Of course, this is a lot easier to be said than done, not only because of the laziness to change (the real reason) but also because of family logistical issues (the excuse I made to postpone this decision ...).
However, after all the food excesses of the end of the year, I decided that this time I was going to seriously research a solution that was financially viable, that it seemed really healthy, and that it would open the door to a revolution in terms of food habits. Basically, what I really want is to end the restrictive diets just in order to lose weight, or at least not get fat, and to have healthy eating habits as a rule, not as an execution as I have done so far.
As you may know, there are some liquid detox options on the market, but there are also some limitations on delivery in terms of geographic location: there is plenty of supply for the Lisbon area but little or relatively high costs for the rest of the country.
With all this in mind, and after "studying" some options in the market, I chose what seemed to me the most credible: POWER FOODS.
"But what makes POWERS FOODS unique," you ask?
The answer is here.
But, in general, what made me opt for this one and not another was the promise of being a nutritionally complete smothies (and not juices!) detox with fruits, vegetables and seeds 100% fresh and whole and that delivered anywhere in the country.
And, I will not lie, to see the promise of losing 3 kg in 5 days, in a healthy way and without starving was like seeing a glass of ice water on a hot torrid day, and after a two-hour walk ...
But in relation to this particular point, I am aware that each case is a case and that not all organisms react in the same way to a treatment of this nature; so, while confident, I am still a bit septic ... so I will consider this aspect of weight loss a "bonus" if it materializes, and the real reward will be to cleanse the body of toxins and prepare it for a new lifestyle that I want for so long to adopt.
It only remains to add that at the end of the detox I will make a complete summary of this experience, here in the blog, but, during the process, I will publish every day an Instagram storie showing the smothies of the day (they vary according to step process), explaining how they make me feel and answering any questions you may have.
See you soon!

Isabel


quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

É outra vez aquela altura do ano...



Por muito que me custe fazer um balanço do que foi feito (pouco…) e do que ficou por fazer (muito…), das minhas resoluções do inicio do ano de 2018, é inevitável porque, nem que seja inconscientemente, o meu cérebro é mesmo assim, tem vida própria e obriga-me a meter o dedo na ferida e a pensar nestas coisas…
Em minha defesa devo dizer que sinto que ainda há duas horas era o Natal de 2017 (anyone else?!) e, não sei bem como, já passou o verão e já estamos outra vez a contar os dias para entrar em 2019. Ou seja, eu nem tive tempo para reler as minhas resoluções para 2018 quanto mais para as cumprir todas…
Portanto, dizia eu que o tempo é de balanço. De tudo aquilo que me propus fazer em 2018, houve uma que cumpri, não totalmente (também não esperem milagres…) mas quase, quase na íntegra e outra que cumpri mesmo (ainda que em pânico total e absoluto).
A primeira foi voltar a fazer exercício físico de uma forma regular. Este para mim foi um grande desafio porque eu sou a pessoa mais preguiçosa para fazer exercício físico que possam imaginar.
Eu adoro a ideia em geral: é tão fácil acreditar que basta comprar umas sapatilhas giras e umas roupas de ginásio a condizer e voilá! Vamos conseguir ter um corpo mais em forma e ser mais saudáveis e blá, blá, blá… mas enfim passar á prática e fazer exercício é que custa mesmo J
No entanto, ter alguém que nos motiva e estar num grupo divertido ajuda muito. E eu tive a sorte de encontrar este “dois-em-um” que me fez acreditar que até vale a pena sair de casa às 20h:30m, duas vezes por semana, para exercitar o corpo e aliviar a mente. Acreditem ou não, eu até já começo a gostar um bocadinho mais de fazer exercício… 
 
A outra resolução que cumpri foi voltar a entrar num avião (e manter-me dentro dele sem desistir de viajar no ultimo minuto), para enfrentar este medo incontrolável que tenho de voar. Penso que só quem tem este terror pode também entender esta ansiedade porque é praticamente impossível de descrever o que sinto e o que me passa pela cabeça mal entro num avião. Há qualquer coisa que me esmaga o sistema respiratório, me acelera o coração ao ponto de ele quase saltar do peito e que me faz acreditar que dali não saio viva.
Mas, apesar disso, lá me deixei embalar pelas palavras do Mais-Que-Tudo e dos meus amigos C. e J. que, dentro de um avião são todos a descontração em pessoa (leem revistas, estudam e até dormem, vejam lá…), e deixei-me ir até Madrid, entre vómitos e ataques de ansiedade mais ou menos disfarçados, para um fim-de-semana que foi absolutamente fabuloso (temos de repetir mas já vos aviso que vamos de carro…).
Apesar de ter jurado em voz alta que nunca mais entro num avião (faço sempre este juramento quando me apanho sã e salva, com os pés em terra firme) sei que vou voltar a passar pelo mesmo porque não posso permitir ser dominada por este medo incontrolável e porque eu adoro viajar (mas preciso de uma folga de 1/2 anos para me esquecer da sensação de pânico…).  

Assim, de resto, não cumpri com mais nada significativo.
Não fiz dieta nem perdi os 5 kgs que me tinha proposto a fazer desaparecer. Não li todos os livros que quero ler. Não cozinhei tudo o que quero, nem experimentei uma receita nova por mês. Não deixei de comprar sapatos por impulso (nem tenho intenções de o fazer...sorry, mas já me conformei com esta minha incapacidade).Continuo a ceder aos meus filhos sempre que me apelam ao coração quando sei que não o devia fazer. Continuo a ficar desfeita sempre que o meu Benfica perde um jogo apesar de saber que isso é uma irracionalidade de todo o tamanho.

Convenhamos que, em geral, é quase impossível cumprir com tudo a que nos propomos porque simplesmente não dá para, na rotina do dia-a-dia, apertar um botão de “pause”, descansar, tomar balanço e recomeçar de onde paramos e cumprir mais uma resolução.
Ou seja, finalmente chego á conclusão que prefiro olhar para as minhas resoluções de ano novo apenas como incentivos para melhorar alguns aspetos da minha vida porque sei de antemão que nunca as vou conseguir cumprir na íntegra.
É impossível eu vir a adorar fazer exercício, apesar de gostar de correr; é impossível eu entrar num avião, sem medo e sem uma ansiedade brutal, mas é possível tentar as vezes que forem necessárias até chegar o dia em que tudo será um bocadinho mais fácil; é possível ser uma mãe mais “ajuizada” mas é impossível estar chateada mais do que duas horas com os meus filhos.
Ok, perceberam o meu ponto de vista, certo?

Portanto, há que encarar as nossas limitações de frente e entrar NOVAMENTE com o pé-direito no novo ano com aquele sentimento espetacular de que tudo é possível e que” desta vez é que vai ser”.

Resta agradecer por me lerem, por estarem desse lado - apesar de estarem sempre tão caladinhos e só comentarem por mensagem privada...mas adoro todos os vossos comentários e incentivos -  e vamos lá então recomeçar e acreditar que tudo vai ser ainda melhor este ano.
 
Isabel


#English




Is that time of the year again…

As much as it costs me, taking stock of what has been done (too little ...) and of what remains to be done (so much ...) of my resolutions from the beginning of this year is inevitable because, even if it is unconsciously, my brain really has a life of his own and forces me to stick my finger in the wound and think about these things ...
In my defense I must say that I feel like it was last year´s Christmas eve two hours ago (anyone else ?!) and, I'm not sure how, the summer is over and we are back again at Christmas, now 2018. I mean, I don’t even had time to reread my resolutions for 2018 and less to fulfill them all ...
Therefore, as I said, this is the time for a balance. Of all that I set out to do in 2018, there was one that I fulfilled, (not totally, do not expect miracles from me...) but almost, almost in full and another that I did .
The first was to return to exercise on a regular basis. This one for me was a big challenge because I'm the laziest person to do physical exercise you can imagine.
I love the idea in general: it's so easy to believe that you just need to buy some sneakers and gym clothes to match and voila! you will be able to have a more fit body and be healthier and blah, blah, blah ... but in fact getting to practice and doing exercise is what it really costs
J
However, having someone who motivates us and being in a fun group helps a lot. And I was lucky enough to find this "two-in-one" that made me believe that it's even worth leaving the house at 8:30 pm, twice a week, to exercise the body and ease the mind. Believe it or not, I’m even start liking a little to exercise ...

The other resolution I made was to get back on a plane (and stay inside it without giving up on traveling the last minute), to face this uncontrollable fear that I have to fly.
 I think that only those who have this terror can also understand this anxiety because it is almost impossible to describe what is going through my mind as soon as I get on an airplane.
It's something that crushes my respiratory system, it accelerates my heart to the point that it almost jumps out of my chest and makes me believe that I'm not be able to survive the flight.
But in spite of that, I left myself go by the words of hubby and my friends C. and J., who, in an airplane, are the most relaxed persons ever (read magazines, study and even sleep, you know...), and travelled to Madrid, between vomiting and anxiety attacks more or less disguised, for a weekend that was absolutely fabulous (we have to repeat but let's go by car...).
Although I have sworn aloud that I will never be on a plane again (I always take this oath when I am safe and sound, with my feet on solid ground) I know I will go through it again because I can not allow myself to be overcome by this uncontrollable fear and because I love to travel.

So, for that matter, I didn’t  accomplished anything else. I didn´t diet or lose the 5 kg that I had proposed to make disappear. I have not read all the books I want to read. I have not cooked everything I want, nor have I tried a new recipe a month. I have not stopped buying shoes on impulse (nor do I intend to). I continue to surrender to my boys whenever they appeal to my heart when I know I should not. I continue to get the worst mood whenever my beloved Benfica loses a game despite knowing that this is an irrationality.
Let us agree that, in general, it´s almost impossible to comply with everything we propose because it is simply not possible to press a pause button in the routine of everyday life, to rest, to take a swing and to start again from where we stop and to comply one more resolution.
That is, I finally come to the conclusion that I prefer to look at my New Year's resolutions only as incentives to improve some aspects of my life because I know in advance that I will never be able to fulfill them all.
It is impossible for me to love exercising, although I enjoy running; it is impossible for me to get on a plane, without fear and without a brutal anxiety, but it is possible to try as many times as necessary until the day when everything will be a little easier; it is possible to be a more "judgmental" mother but it is impossible to be upset for more than two hours with my children.
Okay, you got my point, right?

So we have to face our headlong limitations and get into the new year with that spectacular feeling that everything is possible again.


Last but not least, thank you so much for all of you who came here and read my thoughts, although you´re always so quiet on that side :), and let's restart and believe again that everything will be even better this year.

Love you all,


Isabel

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Compre para as festas, use durante todo o ano


Como já tenho vindo a dizer, eu tenho uma regra que serve de base para qualquer compra (excepto sapatos, em relação aos quais assumo que funciono por impulso e de uma forma totalmente apaixonada, sem qualquer resquício de razão…): a versatilidade da peça, ou seja, quantos looks consigo fazer com ela e se ela pode ser usada em registos /ocasiões completamente diferentes.
Para mim, uma camisa branca tanto dá para ir á praia, como para ir trabalhar ou até mesmo a um casamento. Basta ser de boa qualidade e ter um bom corte que, tudo o resto, é feito pelos detalhes e acessórios: jóias, calçado e/ou outra peça de roupa mais luxuosa.
 
Tendo em conta essa ideia, decidi que esta seria uma boa altura para partilhar com vocês algumas peças de roupa de festa que podem ser compradas agora, com preços muito simpáticos, e serem usadas para além destas festividades de final de ano.
Todas as peças que aqui apresento são da Mangooutlet e estão, por isso, em desconto. São ótimas opções para serem usadas agora mas também durante o ano e não apenas no registo de “festa”. As minhas favoritas são as que estão assinaladas (e podem, ou não, já estar a caminho do meu Closet a esta hora… ) e vejo nelas inúmeras possibilidades para outras ocasiões.
 
Ok, talvez o vestido não seja tão fácil de usar mas uma mulher precisa de ter um vestido especial e este é mesmo muito, muito especial. Mas, assim de repente, até já me via com ele, com uns ténis casuais e um denim jacket para sair, numa noite de verão….
Ficam as sugestões e lembrem-se que:

1-     Em moda tudo é possível;
2-    Nunca deixem de experimentar uma peça de roupa só porque acham que não vos fica bem (sem experimentar nunca o vão saber) ou porque nunca usaram nada parecido (porque será?!…);
3-    Não deixem nunca de ser criativos e de pensarem pela vossa cabeça: a isso chama-se estilo pessoal.
Se quiserem, como sempre, podem partilhar os vossos favoritos nos comentários.
 Isabel

#English

Buy for the holidays, wear it all year long

As I have already said before, I have a rule that’s the basis for any purchase I do (except for shoes, for which I assume that I work on impulse and in a totally passionate way, without any trace of reason:) versatility of the piece, that is, how many looks I can make with it and whether it can be used in completely different occasions.
I can wear the same white shirt to go to the beach, to go work, or even for a wedding. Just has to be of good quality, have a good cut and everything else is done by the details and accessories: jewelry, shoes and / or another piece of clothing more luxurious.
Given this idea, I decided that this would be a good time to share with you some pieces of party clothing that can be bought now, with very friendly prices, and werable all year long in addition to these festivities in the end of the year.
All the pieces that I present here are from Mangooutlet and are, therefore, with a discount. They are great options to wear now but also during the year and not just in the "party" record. My favorites are those that are marked (and may or may not be on the way to my closet at this time ...) and I see in them innumerable possibilities for other occasions.
Okay, maybe the dress is not so easy to wear but a woman needs to have a special dress and this is really, really special. But then, all of a sudden, I can see myself with it, on a summer night, with flats or casual sneakers plus a denim jacket having dinner in my favorite restaurant...
Here are the suggestions and remember that:
1- In fashion everything is possible;
2- Never stop trying on a piece of clothing just because you think it doesn’t suit you (without trying you will never knowing it) or because you have never wear anything like it (I wonder why...);
3. Never cease to be creative and to think for your head: this is called personal style.

If you want, as always, you can share your favorites with me in the comments.

Love,
Isabel
 


Vestido vermelho/ red dress
Vestido dourado / Golden dress
Vestido prateado / Silver dress
 



 


Blusa renda / Lace top
Jumpsuit
Vestido veludo / Velvet dress
Vestido acetinado/ Silky dress ( esgotado ) - similar



 

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

O efeito-manada versus a nossa individualidade






Não sei se já reparam mas estamos numa fase em que, em qualquer lugar onde se vá, existe alguém vestido com alguma peça de padrão animal: temos serpentes, grandes felinos e algumas zebras. Estamos praticamente a viver em plena savana o que, para quem sonhou um dia fazer um safari, é uma espécie de treino J

Eu confesso que tenho alguma simpatia por esta tendência mas uso-a apenas em complemento de um look, como p.ex. uns sapatos, um cinto ou, quando estou mesmo muito bem-disposta, num casaco (sim, tenho um, podem ver-me em modo tigresa aqui).

Não sei se concordam mas, para que esta tendência funcione bem, há que ter uma noção de estilo muito apurada e, não menos importante, é obrigatório usar peças que transmitam qualidade superior caso contrário cai-se muito facilmente na vulgaridade.

Mas, independentemente de se gostar ou não, a verdade é que esta é a tendência do momento, está muitooooo em alta esta estação e, por isso, está em todo o lado, a toda a hora, em toda a gente…

E é sobre isto que tenho vindo a pensar imenso e a encher os ouvidos ao Mais-que-tudo que, querido como é, atura as minhas dissertações acerca destes problemas que consomem um bocadinho da minha alma.
Existe este fenómeno que eu  denomino de “ efeito manada “ que, em geral, consiste neste ciclo: uma tendência é ditada por uma das gigantes da indústria da moda, é impulsionada pelas influencers nas redes sociais e, em menos de uma semana, já é seguida por milhões de pessoas que, sem pestanejar, simplesmente entram neste caminho de sentido único, qual manada a atravessar a savana.

Não quero com isto dizer que também não me deixo influenciar com aquilo que vejo aqui e ali.

Claro que, muitas mais vezes do que eu gostaria, também dou por mim, na Zara/Mango/H&M, a “deixar-me ir” na tal corrente, ou seja, á procura daquela peça de roupa que já vi a ser usada por uma influencer e que, através de uma fotografia no Instagram, consegue transmitir um ideal de cool lifestyle que parece que vai ser também nosso mal colocamos a dita cuja no nosso corpo.

Mas se há coisa que percebi com o tempo (no inicio, eu era mesmo muito ingénua e achava que toda a gente pedia ao filho mais velho para tirar umas fotos do verdadeiro look do dia, com o Iphone…) é que, muito mais do que provavelmente, estas fotos até foram ensaiadas á exaustão e a peça de roupa em causa está a ser usada naquele dia, naquela hora, apenas para aquelas fotografias e para retratar um estilo de vida que nem sequer é verdadeiro mas que eventualmente lhe é lucrativo (e, quanto a isto, minhas amigas, nada contra, cada um sabe de si).

Eu quando comecei o blog fui abordada por algumas marcas que se dedicam a “copiar” os modelos das marcas mais vendáveis (que, por sua vez, também o fazem, mas em relação ás marcas de luxo, o que acaba por ser “ladrão que rouba ladrão…”) e fiz alguns posts com peças de roupa enviadas para esse efeito.

Fiz isso, e ainda o faço mas mais esporadicamente, porque acho divertido e porque gosto do desafio de criar um look, fiel ao meu estilo, ao meu gosto, com os meus acessórios, tendo por base uma peça de roupa que muitas outras pessoas tambem usam.

No entanto, o que nunca permiti que fizessem foi que escolhessem por mim aquilo que eu ia vestir e fotografar e, muito menos, que interferissem naquilo que eu ia publicar como minha opinião pessoal acerca do produto (muitas marcas propõem “rever” o post antes de ser publicado mas, como levam um NÃO como resposta, nunca mais me contactam).

Isto para dizer que, muito embora existam pressões exteriores para se seguir um certo caminho que é seguido por todos, há que saber defender aquilo que é “mais nosso”: a nossa individualidade, a forma como somos criativos e conseguimos reinventar a forma de usar algo, que é massivamente usado por tantos outros.  


Eu entendo que existam tendências e influências exteriores que cada um absorve da forma como quiser mas não será tempo de voltarmos a ser indivíduos, com vontade própria, com espirito crítico em relação á forma como usamos as coisas que nos veem parar às mãos e seguir a nossa intuição?

Será que deixar-nos ir na força da corrente, sem critério, e usar a tendência A,B ou C só porque está em alta ou porque fica bem aos outros, basta?

Eu tenho para mim que este é um caminho de aprendizagem individual, que cada vez se torna mais necessário para criar um estilo próprio. O que passa por receber influências do estilo dos outros, que passa por comprar onde e o que se bem se entende mas que tem de passar inevitavelmente pelo nosso crivo pessoal, para depois, na prática, quando se for vestir (vá, e tirar fotografias…) se usar a peça á nossa maneira. E, o á vontade com que uma pessoa se sente bem na sua pele, no seu estilo, cria um bem-estar que é notório em tudo, até mesmo nas relações que se estabelecem com as outras pessoas, acreditem.

Portanto, fica a dica para pensarem nisto, que não se aplica apenas a este aspecto da nossa vida: vão ser apenas seguidoras do que os outros usam, pensam e dizem ou vão passar a ser mais trend setters e fieis ao vosso estilo pessoal, mesmo que isso implique remar contra a corrente?

Xi-❤!

Isabel


#English

The herd effect versus your individuality



I don’t know if you’ve already noticed, but we’re in a stage where, anywhere we go, there is someone dressed in animal print: we have snakes, big cats and some zebras. We are practically living in the savannah, which, for those who dreamed one day to go on a safari, is a kind of trainingJ.
I confess that I have a little crush on this trend but only wear it as a complement of a look, such as in shoes, or a belt, or when I’m in a very-good-mood-kind-of-day  I can go for a coat (yes, I have one, can you see me in tigress mode here).
I do not know if you agree, but in order to make this trend work in your favor, you have to have a very precise notion of style and, even more important, it is mandatory to wear pieces that transmit superior quality otherwise it falls very easily into vulgarity.
But regardless of whether you like it or not, the truth is that this is the trend of the moment, it is very, very high this season and therefore it’s everywhere in all people ...
And this is what I have been thinking about and filling hubby’s ears with these kind of issues that have been on my mind lately and that I’m about to share with you.
So, there is this phenomenon that I call the "herd effect" that usually consists of this cycle: a trend is dictated by one of the giants of the fashion industry, it is driven by influencers on social media and, in less than a week, it is already followed by millions of people who, without blinking, simply enter this one-way path, like a herd crossing the savannah.
I don’t want to say that I don´t let myself be influenced by what I see here and there.
Of course, many more times than I would like, I also find myself, in Zara / Mango / H & M, to "let myself go" in such a chain, that is, looking for that piece of clothing that I have already seen on an influencer and who, through a photo on Instagram, manages to convey an ideal of cool lifestyle that looks like it's going to be also yours in the exactly moment you wear that piece too.
But if there is something that I realized with time (at first, I was really naive and thought that everyone asked the older son to take some photos of the real look of the day with the Iphone ...) is that, much more than probably, these pictures were rehearsed over and over and the piece of clothing in question is being used on that day, at that time, only for those photos and to portray a lifestyle that is not even true but which eventually makes it profitable (and , as for this, my friends, nothing against, really!).
When I started the blog I was approached by some brands that are dedicated to "copy" the models of the most salable brands (which, in turn, also do it, but in relation to luxury brands, which turns out to be "a thief who steal a thief ... ") and I made some posts with pieces of clothing sent to that effect.
I did this, and still do it more sporadically, because I find it fun and because I like the challenge of creating a look, true to my style with my accessories, based on a piece of clothing that many other people wear.
However, what I never allowed them to do was choose for me what I was going to wear and photograph and, much less, to interfere with what I was going to publish as my personal opinion about the product (many brands propose to "review" the post before of being published, but since they took a fat NO for an answer, they never contacted me again).
This is to say that although there are external pressures to follow a certain path that is followed by all, one must know how to defend what is "our most ": our individuality, the way we are creative and we are able to reinvent the way we wear something that is massively used by so many others.

I understand that there are external tendencies and influences that each one absorbs in the way that wants, but isn´t it time to return to being individuals, with our own will, with a critical spirit in relation to the way we wear the things that see us our hands and follow our intuition?
Does it allow us to go in the force of the chain, without criterion, and wear the trend A, B or C only because it is high or just because it suits others?


I have for myself that this is an individual learning path, which is becoming more necessary to create a personal style. It includes receiving influences of the style of others, buying where and what is well understood but which must inevitably pass through our personal sieve, and then, in practice, when you dress (ok, and take photos too...) you wear that piece of cloth in our own special way.

And the willingness with which a person feels good in their skin, in their style, creates a well-being that is noticeable in everything, even in the relationships that establish themselves with other people, believe me.
So here's the hint to think about it, which doesn’t only apply to this aspect of our life: will you only be a follower of what others wear, think and say or will you become more a trend setter and be faithful to your personal style, even that this involves paddling against the current?

Love,

Isabel