segunda-feira, 20 de março de 2017

O clássico desconstruído



Todos os que me seguem aqui no blog, sabem que sou uma verdadeira colecionadora de camisas.
Eu tenho um armário cheio delas : elas são clássicas, são blusinhas, são de seda, de algodão, estampadas de riscas e de quadradinhos e tantas outras lisas (brancas). Assim, de repente, sem fazer muitas contas, sei que tenho mais de 30 peças destas.

Quando tiramos uma camisa do nosso armário seja para o trabalho, para um evento ou mesmo para uma entrevista, sabemos que não corremos riscos.
As camisas são, naturalmente, um clássico intemporal, elegante e, sem esforço, são as companheiras perfeitas para tudo: desde um fato de trabalho, a uns jeans desgastados ou até mesmo para uma saia mais extravagante.
Mas, às vezes, por muito perfeita que seja uma peça, desejamos secretamente que ela não seja tão perfeitinha, tão bem comportada, não é?
Pelos vistos, esta vontade de alterar a estrutura básica da camisa passou a ser uma vontade geral dos designers e, por isso, num instante passou a tendência o que levou a aparecer, um pouco por todo o lado, uma nova vaga de camisas: os designers decidiram corta-las, torcê-las, acrescentar folhos e remover mangas. Em suma, quanto mais assimétrico e retrabalhado, melhor.

Eu confesso que estou a adorar esta tendência, acho-a super divertida e inspiradora, portanto não é de todo uma surpresa que já tenha começado alinhar com ela. Esta camisa tem um bocadinho do que mais gosto: é assimétrica, tem folhos e risquinhas, não havia como a ignorar.
Estou em luta comigo mesma para não começar a comprar todas as variantes possíveis desta tendência ou a criar a minha própria camisa destruturada (já me passou pela cabeça, mas…).

Para já ficam com este look super básico: jeans, camisa, trench (sobre este, absolutamente MA-RA-VI-LHO-SO, vou falar num outro post…) e granny shoes. Não havia como falhar, certo?


Xi-❤!


Isabel

 


#English


The deconstructed classic
 



Everyone who follows me here on the blog knows that I am the true collector of shirts.
I have a closet full of them: I have them classic, I have girlie blouses, some of them are made of silk, others of cotton. I love them printed with stripes or in gingham style but I have, and love, all kind of white shirts. So, suddenly, without needing to think too much, I know that I have more than 30 shirts on my closet.
When you pull out a shirt out of your closet whether it's to work, to an event, or even to an interview, you know you're not taking a risk.
The shirts are, of course, timeless, elegant classic and, effortlessly, are the perfect companions for everything from a work outfit, to ripped jeans or even for a more extravagant skirt.
But sometimes, no matter how perfect a piece is, we secretly wish it was not so perfect, or at least not so well behaved, isn’t it?
It seems that this desire to change the basic structure of the shirt became a general desire of the designers and, for that reason, in an instant, the trend started, which led to the appearance, a bit everywhere, of a new wave of shirts: the designers decided to cut them, twist them, add frills and remove sleeves. In short, the more asymmetrical and reworked, the better.

I confess that I am loving this trend, I find it super fun and inspiring, so it is not at all a surprise that I have already started to align with it. This shirt has a bit of what I like the most: it's asymmetrical, it has frills and stripes, so there was no way I could ignore it.
I am struggling with myself not to start buying all the possible variants of this trend or to create my own structured shirt (it has already crossed my mind, but ...).
For now, I put together this so-basic look: jeans, shirt, trench ( I will talk about this special one in another post…) and granny shoes.

There was no way I could go wrong, right?


Love,

Isabel

































Camisa / Shirt,  Lovingthingsgram
Jeans, Zara
Trench coat, La Redoute
Sapatos / Shoes, Zara
Carteira / Bag , Carolina Herrera
Oculos sol / Sunglasses , Missoni




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